Muito tem sido falado a respeito da verdadeira influência das mídias sociais na decisão de compra do consumidor, sendo que, até então, ninguém realmente chegou a um consenso que pudesse ser fundamentado através de alguma pesquisa. Até agora. Segundo o estudo desenvolvido pela instituição Chadwick Martin Bailey and iModerate Research Technologies, referência em pesquisas de [...]

Muito tem sido falado a respeito da verdadeira influência das mídias sociais na decisão de compra do consumidor, sendo que, até então, ninguém realmente chegou a um consenso que pudesse ser fundamentado através de alguma pesquisa. Até agora. Segundo o estudo desenvolvido pela instituição Chadwick Martin Bailey and iModerate Research Technologies, referência em pesquisas de mercado, tendências e hábitos de consumo, 67% das pessoas que seguem determinada marca no Twitter têm intenção de adquirir produtos e serviços da mesma. A afirmação anterior vale também para 51% das pessoas que tornam-se fãs de marcas no Facebook.
Outrossim, o mesmo estudo também informa que, mais do que isso, fãs e seguidores de marcas no Facebook e Twitter, respectivamente, têm maior probabilidade de as recomendarem às suas circunferências sociais.
Já, em um outro estudo conduzido pela rede social myYearbook, 81% dos respondentes disseram que recebem e solicitam conselhos de amigos e seguidores nas redes sociais nas quais participam quando o assunto é a compra de um novo produto. E, para completar, 74% destas pessoas acham os conselhos e comentários de amigos e seguidores um “guia” para direcionar suas escolhas. Se precisam de mais dados, a Econsultancy realizou um estudo no final do ano passado mostrando que 90% dos consumidores conectados à internet acreditam nas recomendações vindas de pessoas conhecidas e 70% nas de usuários desconhecidos.
Deu pra perceber a importância de uma boa e consolidada presença digital? Como exemplo, quantos de vocês já não virão no Twitter pessoas expressando sua raiva e “queimando” a empresa com tuitadas? Pois é, hoje em dia, a cada feedback negativo no Twitter, Facebook ou mesmo no YouTube, as empresas perdem (ou, na melhor das hipóteses, impactam negativamente), em média, 30 consumidores, de acordo com uma pesquisa realizada pela Convergys Corp.
E você, compraria um produto onde metade da sua lista já disse que teve algum tipo de problema ou dor de cabeça?

Muito tem sido falado a respeito da verdadeira influência das mídias sociais na decisão de compra do consumidor, sendo que, até então, ninguém realmente chegou a um consenso que pudesse ser fundamentado através de alguma pesquisa. Até agora. Segundo o estudo desenvolvido pela instituição Chadwick Martin Bailey and iModerate Research Technologies, referência em pesquisas de mercado, tendências e hábitos de consumo, 67% das pessoas que seguem determinada marca no Twitter têm intenção de adquirir produtos e serviços da mesma. A afirmação anterior vale também para 51% das pessoas que tornam-se fãs de marcas no Facebook.

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Outrossim, o mesmo estudo (acima) também informa que, mais do que isso, fãs e seguidores de marcas no Facebook e Twitter, respectivamente, têm maior probabilidade de as recomendarem às suas circunferências sociais.

Já, em um outro estudo conduzido pela rede social myYearbook, 81% dos respondentes disseram que recebem e solicitam conselhos de amigos e seguidores nas redes sociais nas quais participam quando o assunto é a compra de um novo produto. E, para completar, 74% destas pessoas acham os conselhos e comentários de amigos e seguidores um “guia” para direcionar suas escolhas. Se precisam de mais dados, a Econsultancy realizou um estudo no final do ano passado mostrando que 90% dos consumidores conectados à internet acreditam nas recomendações vindas de pessoas conhecidas e 70% nas de usuários desconhecidos.

Deu pra perceber a importância de uma boa e consolidada presença digital? Como exemplo, quantos de vocês já não virão no Twitter pessoas expressando sua raiva e “queimando” a empresa com tuitadas? Pois é, hoje em dia, a cada feedback negativo no Twitter, Facebook ou mesmo no YouTube, as empresas perdem (ou, na melhor das hipóteses, impactam negativamente), em média, 30 consumidores, de acordo com uma pesquisa realizada pela Convergys Corp.

E você, compraria um produto onde metade da sua lista já disse que teve algum tipo de problema ou dor de cabeça?

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One Response to "A compra por influência e o impacto das recomendações nas mídias sociais"

  1. comment by Mariana Mins

    meu parabéns pelo teu blog. Está muito bem elaborado, com informação muito boas e com um layout muito agradavel. Quando puder visite meu site http://sofamosidade.blogspot.com

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