Atualmente, com tantas pesquisas, estudos e relatórios demonstrando a efetividade das mídias sociais para fidelizar consumidores e servir de suporte para campanhas publicitárias, é dispensável apresentar, mais uma vez, o porquê de utilizá-las e o que uma inserção digital satisfatória pode beneficiar marcas, seja em aumento do volume de vendas, do número de feedbacks positivos [...]

Atualmente, com tantas pesquisas, estudos e relatórios demonstrando a efetividade das mídias sociais para fidelizar consumidores e servir de suporte para campanhas publicitárias, é dispensável apresentar, mais uma vez, o porquê de utilizá-las e o que uma inserção digital satisfatória pode beneficiar marcas, seja em aumento do volume de vendas, do número de feedbacks positivos e/ou outros fatores. O fato é que, apesar de todo o buzz que gira em torno dessas novas plataformas de interatividade, é importante ter em mente que nem tudo é tão magicamente belo neste universo.
Sendo assim, seguem abaixo 4 estatísticas concretas que atrapalham as noites de sono de muito manager por aí:
#1. 7 de 100 de URLs acessadas pelo IP de empresas redirecionam para o Facebook, e 10% do tráfego de dados para o YouTube: tendo em vista que seus funcionários usam 7% do tempo para acesso pessoal às redes sociais, a produtividade está em risco;
#2. 1 em cada 5 pessoas tendem a atacar marcas na internet: diferentemente do ambiente offline, um estudo conduzido pela Euro RSCG Worldwide aponta que as pessoas não controlam adequadamente seus comportamentos diante de um computador. Isso significa que uma insatisfação pode gerar um caos nas redes sociais;
#3. O uso do Twitter custa, para empresas, U$1.4 Bi anualmente: ou seja, assim como o Orkut, Facebook, YouTube e outros, a rede de microblogging é considerada uma “time sucker”, contribuindo para uma queda proporcional a seu uso na produtividade dos funcionários;
#4. Cada comentário negativo nas redes sociais podem custar 30 consumidores à marca: isso significa que produtos medíocres ou empresas que frequentemente cometem certo descaso com o cliente não vão passar batidas, em termos de feedback, na era em que vivemos hoje.
Concorda com o apresentado acima? Dê sua opinião nos comentários!

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Atualmente, com tantas pesquisas, estudos e relatórios demonstrando a efetividade das mídias sociais para fidelizar consumidores e servir de suporte para campanhas publicitárias, é dispensável apresentar, mais uma vez, o porquê de utilizá-las e o que uma inserção digital satisfatória pode beneficiar marcas, seja em aumento do volume de vendas, do número de feedbacks positivos e/ou outros fatores. O fato é que, apesar de todo o buzz que gira em torno dessas novas plataformas de interatividade, é importante ter em mente que nem tudo é tão magicamente belo neste universo.

Sendo assim, seguem abaixo 4 estatísticas concretas que atrapalham as noites de sono de muito manager por aí:

#1. 7 de 100 de URLs acessadas pelo IP de empresas redirecionam para o Facebook, e 10% do tráfego de dados para o YouTube: tendo em vista que seus funcionários usam 7% do tempo para acesso pessoal às redes sociais, a produtividade está em risco;

#2. 1 em cada 5 pessoas tendem a atacar marcas na internet: diferentemente do ambiente offline, um estudo conduzido pela Euro RSCG Worldwide aponta que as pessoas não controlam adequadamente seus comportamentos diante de um computador. Isso significa que uma insatisfação pode gerar um caos nas redes sociais;

#3. O uso do Twitter custa, para empresas, U$1.4 Bi anualmente: ou seja, assim como o Orkut, Facebook, YouTube e outros, a rede de microblogging é considerada uma “time sucker”, contribuindo para uma queda proporcional a seu uso na produtividade dos funcionários;

#4. Cada comentário negativo nas redes sociais pode custar 30 consumidores à marca: isso significa que produtos medíocres ou empresas que frequentemente cometem certo descaso com o cliente não vão passar batidas, em termos de feedback, na era em que vivemos hoje.

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